Blam! Foi o barulho na batida da porta dupla da entrada da sala de emergência. O médico responsável por aquele turno não estava nem aí, fumava uma cigarrilha com o canto da boca e tomava um café, preto, passado.
Coitado do paciente.
O cara que empurrava a maca estava desesperado, era claro, sua expressão não dizia outra coisa.
- Vamos doutor, vamos! Temos que reviver o bixo!
- Qual o caso? - Levantou-se da cadeira e deixou a cigarrilha no cinzeiro o café, iria esfriar.
- Não sei, só busquei com a ambulância, parece que foi parada cardíaca, sei lá.
- Manda o desfibrilador ai, vamos fazer a magia acontecer.
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